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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Prólogo

Imagem gerada via Google Gemini

  No princípio o Espírito de Deus se movia sobre a face do nada e tudo era sem forma e vazio. Então disse Deus:
  —Haja! E no mesmo instante uma esfera de uma branquez inigualável surgiu e explodiu, lançando de si energias e matéria, radiações distintas e de poderio atualmente bélico. Então, Ele, calmamente moldou todas as coisas, de acordo com o que imaginou e viu que era bom...

✴✴✴Bilhões de anos depois✴✴✴

  No interior do Nordeste, em um pequeno Estado quase invisível no mapa do Brasil, existe uma cidade chamada Cathair na scamaill, que poderia ser traduzida do Irlandês como Cidade das Nuvens, devido a sua peculiar elevação e suas manhãs neblinosas que a deixavam com um "ar" místico e angelical. Cathair era uma cidade muito antiga, cheia de segredos e construções que antecediam o Período colonial. Segundo historiadores locais havia sido fundada por homens e mulheres nômades, que até onde se sabia pelas histórias transmitidas boca a boca, por um ou outro documento e por fontes não oficiais, haviam saído da Irlanda, trazendo consigo um pouco da sua cultura, culinária e misticismos. Havia alguma influência Celta nela, isso era óbvio, por suas quase inexistentes fontes documentadas e alguns ritos específicos ainda hoje encontrados em pequenos povoados, mas não sabiam ao certo o quanto.

  Por muitos séculos a cidade de Cathair na scamaill acumulou histórias de avistamentos de criaturas misteriosas e de aparições inexplicáveis, mas nunca havia sido famosa ou aparecido em jornais e destaques de outras localidades, por uma outra peculiar fama, além do clima semifantasmagórico, era a cidade com maior número de cervejarias artesanais e pessoas amantes de álcool por metro quadrado e número de habitantes do Brasil. Então não era incomum associarem essas "visagens" a uma noite de bebedeira descontrolada. Até mesmo entre os próprios habitantes era comum haver piadas jocosas, quando alguém dizia em tom de fofoca que avistara algo, então quem mais acreditaria no que ocorreria num futuro próximo, caso não houvessem visto e documentado por todos os meios possíveis os fatos?

  Rua 13 de Julho, séculos no futuro

  Uma garotinha no auge dos seus 5 anos de idade de cabelos longos, ondulados, castanhos e desgrenhados, olhos amendoados e pele parda, abre a porta de casa, saltitante e sorridente, sai correndo pelo jardim, se jogando na grama e engatinhando até a sombra da grande árvore de goiabeira. Logo atrás dela, caminhando calmamente, sai Miudinha, uma pequena gatinha preta, coleirinha rosa e olhos esmeralda. O pequeno felino vai em direção a garotinha, que sorrindo, olhava para o céu e admirava como a luz formava caminhos através da, um pouco densa, folhagem da goiabeira. E embora ela não soubesse ainda, era portadora de dons muito especiais e essa garotinha se chama Amanda Jay Vonich.

  Amanda sempre foi muito sensível empaticamente, não digo aquele tipo de empatia que as pessoas confundem com compaixão, eu quero dizer, aquele dom de sentir de verdade o outro, as emoções e sentidos básicos do outro, expressados e transmitidos como se fossem seus. Ela também era capaz de perceber as mudanças climáticas eminentes, apenas "sentindo" o ar, o que lhe rendeu a alcunha carinhosa de profetiza do tempo, das amigas da mãe, sempre que a viam e não era incomum que lhe pedissem para "adivinhar" o clima do dia posterior e como sempre, ela não errava.

  Com o passar dos anos, os dons de Amanda, começaram a se desenvolver e a se ativarem inconscientemente, como se uma força desconhecida tentasse adentrar aquela mente infantil e como consequência Amanda, passou a ter terríveis pesadelos derivados dessas tentativas. Em seus pesadelos, sempre via-se como uma garota mais velha, sobre um grande abismo cheio de trevas e de lá, ela via emergir uma grande mão ossuda que tentava agarrá-la, mas ela sempre era salva por sete seres vivam alternando a forma entre humanoides e símbolos dourados muito brilhantes que a rodeavam rapidamente, criando uma espécie de barreira que a impedia de ser tocada por aquela mão esquelética colossal, munida de grandes garras negras, causando-lhe queimaduras e a repelindo violentamente sempre que tentava atravessar a barreira e tocar Amanda. Embora esse sonho sempre acabasse de uma forma razoavelmente boa, não era o bastante para evitar que Amanda acordasse sempre aos berros, tremendo e chorando muito. Sua mãe bem que tentava tranquilizá-la durante esses episódios de terrores noturnos, mas quando não obtinha sucesso na tentativa, ela simplesmente cantava uma canção, que Amanda achava engraçadinha por suas rimas e pela forma como uma poeirinha brilhante e morninha caia sobre ela e por fim ela dormia sem sonhos ou pesadelos, dessa vez.

  Amanda, agora aos 9 anos de idade, entrou para o Colégio Federal Muriel Peixoto e foi cursar a 4ª série, ela parecia ter perdido os seus dons, mas eles só estavam apenas adormecidos, pela quase que completa falta de uso, pois à medida que crescia, muito do que lembrava, se esvanecia e era substituído por afazeres, deveres e rotinas do dia a dia. Ela agora era uma estudante focada nas atividades curriculares e extracurriculares estudantis e gastava todo o seu tempo entre livros, cursinhos e passeios, ela era curiosa por natureza e amava desbravar.

  Alguns anos mais se passaram, e ela se esqueceu por completo de todos os fenômenos que aconteciam quando mais nova. Amanda agora com 16 anos foi cursar o 1º ano do Ensino Médio no mesmo colégio.

  Novos tempos, novasaventuras e atitudes.


 Oiii! O meu nome é Jonathan e eu estou no meu período de hiperfoco em escrever. kkkkk

Faz algum tempo que desejo fazer isso, não sou nenhuma J.K.Rolling para fazer um livro incrível,mas farei o meu melhor. Esse blogger também vai me servir como HD externo para postar e salvar tudo o que eu escrever. Para início de conversa, O Renascimento de Caos é mais uma ficção fantástica do que um livro de história sobrenatural, eu pesquisei um pouco sobre temas como Projeção Astral, sobre a Teoria das Cordas e sobre possíveis universos e dimensões alheios ao nosso conhecimento. Esse manuscrito não deve ser tomado como algo religioso, embora tenha sim inspiração em alguns acontecimentos religiosos do Cristianismo, do Espiritismo e por aí vai. NÃO DESEJO OFENDER RELIGIÃO ALGUMA. Encarem apenas como uma boa Estória que serve para passar tempo e tirar uma ou outra lição.

No mais, curtam o primeiro capítulo.